Seis empresas públicas que só “afundam” o Estado

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A Electricidade de Moçambique (EDM), Hidráulica de Chókwè, Empresa de Desenvolvimento de Maputo e Regadio do Baixo Limpopo fecham o lote das empresas públicas cujas contas são negativas.

Seis das 13 empresas públi­cas que anualmente benefi­ciam de subsídios do Estado para as suas operações têm contas no “vermelho”. Des­tas firmas, destaca-se a Tele­visão de Moçambique (TVM) e a Rádio Moçambique (RM).

O “buraco” é revelado no relatório da Conta Geral do Estado (CGE) de 2016, a cuja cópia o Correio da manhã teve acesso. O documento faz um resumo das receitas, despesas e saldos das em­presas públicas.

A Electricidade de Moçam­bique (EDM), Hidráulica de Chókwè, Empresa de Desen­volvimento de Maputo e Rega­dio do Baixo Limpopo fecham o lote das empresas públicas cujas contas são negativas.

A estação radiofónica públi­ca, por exemplo, fechou o ano passado com um passivo no valor de cerca de 1,8 mi­lhão de meticais. No aludido período, a RM apenas teve proveitos de aproximada­mente 596, 5 mil meticais. Estes valores são aproxima­dos aos da televisão pública.

Importa referir que para além dos impostos pagos pelo cidadão para estes ser­viços públicos que só dão prejuízos, o Governo a elas paga subsídios no valor de aproximadamente um mi­lhão de meticais por ano.

No sentido inverso, as em­presas Aeroportos de Mo­çambique, Correios de Moçambique, Emodraga, ENH, Imprensa Nacional de Moçambique, Portos e Ca­minhos de Ferros de Mo­çambique (CFM), Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana são as sete firmas públicas cujas contas foram positivas em 2016, indica a CGE auditada pelo Tribunal Administrativo (TA).

edson arante

CM 


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