Chove torrencialmente na África do sul, e a bacela da calamidade é Moçambique, estamos preparados?

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Azar ou não, numa altura em  que decorre a conferencia do clima em Marraquexe-Marrocos, denominado COP22, o nosso País tem sido vitima de eventos extremos como secas, cheias e ciclones, podemos buscar o antes e depois para permitir a quem é de direito saia da distracção e abarcar metodologias novas para minimizar os efeitos de desastres naturais por nós habituado.

Já no período colonial de  1956 a 1974,  Moçambique registou as piores secas e cheias com danos avultados na mesma regiões ou nas bacias hidrográficas sobejamente identificado, no Moçambique independente registou-se  as primeiras cheias  em 1977 de sempre  na região sul de Moçambique com impacto de secas severas que se ressente ate os dias de hoje alías, tivemos as famosas cheias de Janeiro 1984, 2000, 2002, 2008, 2010, 2013 e 2015, são apenas exemplos de acontecimentos para memoria colectiva.

 

O fenómeno EL NINO e LA NINA, que afecta a nossa região, coloca a vulnerabilidade de Moçambique devido a sua localização geográfica dos outros países da região, grandes precipitação ocorre ou chove torrencialmente na África do sul e estamos preparados?

Moçambique como governo que medidas de prevenção ou mitigação estão a prever? Ou passaria de discursos políticos já em ensaio de ser POVO SOLIDÁRIO QUANDO PODE. como está o nível de sistema de alerta?

Está precipitação pode alimentar a esperança da sobrevivência dos rios Moçambicanos, o retorno das nossas bacias hidrográficas, no entanto isso pode ser sol de pouca dura, porque Moçambique não tem nenhum sistema auxiliar de retenção dos recursos hídricos se não as poucas ou quase inexistentes barragens que serão sufocado pelas fúria das aguas e obrigatoriamente as descargas compulsivas para posteriores  cheias cujo destino é Moçambique  e seu fim inaproveitado no oceano indico para depois voltarmos a mesma melodia secas.

As crises económicas, climáticas e sociais,  que actuam em simultâneo não abre um espaço para reflexão dum povo?

 

As imagens que chegam dos Países vizinhos da região como África do sul,  não são encorajadoras como potencia regional e continental, o alvoroço climático coloca ineficiência da resposta em algumas cidades metropolitano como Joanesburgo com todo sistema de retenção de agua  logicamente a saturação da mesma a factura cara vai para Moçambique, estamos preparados?.

EXPERIENCIA DOS OUTROS

A África do Sul e Índia, são excelentes exemplos  na mitigação  e prevenção de cheias, será que somos vitímas porque falhou a esperança da construção das Barragens de MOAMBA MAJOR, MAPAI, N’PANDA NKUWA, a reabilitação das barragens de massingir e  outros para a ROBUSTEZ do nosso sistema HÍDRICO e o controlo HIDRÓLOGICO, foi  derivado com a  desistência dos Brasileiros de apoiar o projecto na lista de prioridade ou pesou o endividamento publico,  o que retrocedeu a intenção?

CHEIAS, trás sempre desgraça para um país que luta pelo desenvolvimento, no entanto as experiencias amarga pode se transformar em oportunidade ou oportunismo

 

Joäo Massango


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